04/11/2026 17h05min - Geral
1h atrás

Tereza mantém candidatura à presidência do Senado e nega racha da direita

Senadora poderá ser a primeira mulher a presidir o Senado


Geraldo Magela/Agência Senado  ► Senadora buscar ser a primeira mulher a presidir o Senado

Odilo Balta / jornalcorreiodosul@terra.com.br
Fonte: Dourados News


A senadora Tereza Cristina (PP-MS) voltou a afirmar que segue como candidata à presidência do Senado, nesta quarta-feira (04), após o anúncio de Rogério Marinho (PL-RJ) como postulante à cadeira ocupada atualmente por Davi Alcolumbre (União-AP).

Em nota enviada ao Jornal Midiamax, a senadora confirma a candidatura, mas admite que ainda é cedo para decidir quem será o candidato da oposição. 

 sul-mato-grossense já declarou em diversas ocasiões que deseja ser a primeira mulher presidente em 200 anos de história do Senado.

“Estamos a quase três meses das eleições da Mesa do Senado, e este é um momento importante para ouvir os senadores que já estão na Casa e também os que estão chegando, além de cada candidato buscar convencer os colegas”, diz o texto.

Racha na direita

Isso porque Tereza pretende angariar o apoio da bancada feminina, que vai aumentar em 2027. A posse e eleição da Mesa Diretoria acontecem no dia 1º de fevereiro do ano que vem. 

Vale ressaltar que Mato Grosso do Sul elegeu dois senadores do PL — partido de Marinho —, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, que foram apoiados por Tereza na campanha eleitoral.

Nesta quarta, o partido oficializou a candidatura de Marinho. “A senadora sempre esteve em diálogo com Rogério Marinho, seu colega de oposição. O combinado entre eles é avaliar, mais adiante, quem estará em melhores condições de vencer a disputa. Não há divisão“, esclarece a nota.

Os dois já declararam que a principal meta da direita é tirar Alcolumbre da presidência. A reeleição é apoiada pelo governo, por partidos do centrão e até pela nacional do PP de Tereza Cristina.

Mesmo com a escalada de Marinho, Tereza não recuou da candidatura, o que foi apontado como um racha da direita — negado pela senadora. Para a ala que defende Alcolumbre, a possível fissura polarizaria os votos e favoreceria a reeleição.

Fonte midiamax