O assunto é: Economia

24/01/2020 - 12:14

Exportações de carnes renderam US$ 1 bilhão para MS

[ FOTO: Divulgação ] Aumenta a exportação de carne em Mato Grosso do Sul

Dados do Radar Industrial da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul) mostram que as exportações de carnes renderam US$ 1 bilhão para a economia estadual ao longo do ano passado.


O levantamento completo indica que os grupos “Celulose e Papel” e “Complexo Frigorífico” alavancaram as exportações de industrializados sul-mato-grossenses em 2019, que fecharam em US$ 3,59 bilhões, um crescimento de 1,5% em relação a 2018, quando alcançou US$ 3,54 bilhões.


“De janeiro a dezembro de 2019, os dois grupos juntos foram responsáveis por uma receita de US$ 3,03 bilhões, ou seja, 84,4% do total comercializado para o exterior pelo setor industrial do Estado”, informou a entidade.


Principal fonte de receitas ao Estado no mercado internacional, o grupo “Celulose e Papel”, sozinho, obteve receita de US$ 2 bilhões. Já o grupo “Complexo Frigorífico” chegou a US$ 1 bilhão. Esses dois responderam, respectivamente, por 56% e 28% do total exportado pelas indústrias sul-mato-grossenses.


Coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende explicou que o bom desempenho da balança comercial sul-mato-grossense em 2019 mais uma vez foi obtido graças aos grupos “Celulose e Papel” e “Complexo Frigorífico”.


Segundo ele, o grupo “Celulose e Papel” registrou receita de US$ 2 bilhões, um aumento de 4% em relação a 2018, que foram obtidos quase que na totalidade com a venda da celulose (US$ 1,98 bilhão).


“Os principais compradores foram China, com US$ 1,19 bilhão, Estados Unidos, com US$ 204,47 milhões, Itália, com US$ 165,26 milhões, Holanda, com US$ 143,59 milhões, Reino Unido, com US$ 49,90 milhões, Coreia do Sul, com US$ 45,18 milhões, Espanha, com US$ 36,30 milhões, Emirados Árabes, com US$ 21,75 milhões, Argentina (1%), com US$ 16,15 milhões, Turquia, com US$ 12,43 milhões, Peru, com US$ 11,96 milhões, e Egito, com US$ 11,24 milhões”, enumerou o economista.


Já no grupo “Complexo Frigorífico” a receita conseguida de janeiro a dezembro de 2019 foi de US$ 1 bilhão, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2018, sendo que 42,7% do total alcançado é oriundo das carnes desossadas congeladas de bovino, que totalizaram US$ 431 milhões. Os principais compradores foram Hong Kong, com US$ 168,24 milhões, Chile, com US$ 143,91 milhões, Emirados Árabes Unidos, com US$ 84,19 milhões, China, com US$ 81,91 milhões, e Egito, com US$ 52,46 milhões.



Correio do Estado


Fonte: Assessoria de Comunicação
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